O grito silencioso – The silent scream

Um sujeito chamado Bernard Nathanson foi um médico causador de mais de 75 mil assassinatos. Setenta e cinco mil infanticídios!

De longe, o mais influente líder do movimento abortista. E ele mesmo, após ter reconhecido o absurdo que é o aborto, passou a ser membro do movimento Pró-Vida. Foi ainda responsável por este documentário o qual apresento-vos agora:

A crueldade faz parte, mas não é o principal que o documentário nos quer mostrar. O fato mais important é que uma vida está sendo destruída, um assassinato está sendo cometido, uma pessoa [inocente e indefesa] está a morrer.

O documentário é forte e polêmico. Nos mostra quanto sofrimento é causado a um bebê até que o mesmo chegue a morrer, para poder-se dizer que mais um aborto foi realizado.

“O seu direito termina quando começa o do próximo”, essa é uma máxima da Ética que todos conhecem. Ninguém pode usar-se do seu direito à liberdade para tirar o direito à vida de outrem. Ainda mais quando esse outrem é apenas uma criança que não cometeu crime ou mal algum.

Todos, mesmo os que defendem o infanticídio, reconhecem que o aborto é um homicídio, pelo simples fato dele realmente sê-lo, pois está se matando um ser humano. Por que estas pobres criaturas têm de morrer assim? Por que têm de morrer?

Como uma mente, em sã consciência, pode defender tal prática, e mais, querer sua descriminalização?

Que premissa mais infame esta de considerar que uma pessoa só porque tem menos tempo de vida, tem menos direito à vida que outro!

Continue lendo o post para ver as outras partes do documentário.

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Sobrevivente de um aborto

Não há muito a se dizer. Esse vídeo já deixa bem claro, inclusive às mentes mais vazias e estúpidas que defendem o aborto, que a vida é que deve prevalecer e que essa sociedade moderna que tanto defende os “direitos da mulher” deve, na verdade, procurar defender os direitos de quem, ainda, não pode fazê-lo: o bebê – mais uma vida, mais um milagre de Deus.

Posto-vos os vídeos do discurso de Gianna Jessen, uma guerreira e defensora da vida, desde o seu nascimento. Aliás, até mesmo antes do seu nascimento, ela já lutava pelo direito fundamental de todo ser vivo: viver! Ela só queria… [sobre]viver.

Não deixe de acompanhar a segunda parte do discurso.