Doe órgãos

A Santa Casa de São Paulo produziu o vídeo a seguir com o intuito de promover a doação de órgãos.

O que você precisa fazer para ser um doador de órgãos é simplesmente avisar a sua família. Para saber mais sobre doação de órgãos e sangue, clique aqui.

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Entenda o que está acontecendo no Brasil – O que é Marxismo Cultural?

É simplesmente impossível enteder o que está a acontecer em nosso país – e no mundo – sem primeiro saber o que é o Marxismo Cultural.

Não pense que é por acaso que todos gritam “penso diferente de todos” quando todos pensam exatamente a mesma coisa.

O Padre Paulo Ricardo fez uma série de palestras em que explica tin-tin por tin-tin o que é este movimento. Como e porquê surgiu, qual o contexto de sua origem, como age, onde está etc.

Não é por acaso também que os sucessivos ataques ao direito romano, à filosofia grega e, sobretudo, à moral judaico-cristã começaram a ocorrer de forma organizada e metódica numa mesma época e prolongam-se até hoje e cujos efeitos já são observáveis e, claro, preocupantes.


De boa, não importa sua religião, não deixe de assistir a estas palestras por preconceito (só porque é um padre quem as profere). Até porque tudo aí independe de credo. Basta ser humano e de boa intenção para ser de seu interesse.

Rapidinho, é o seguinte: os comunas perceberam que a revolução que eles tanto querem nunca daria certo. Era preciso modificar a mentalidade do povo. Isto é um baita desafio. A Escola de Frankfurt chegou à conclusão que, para tanto, era preciso derrubar os pilares que sustentam a Civilização Ocidental, o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã.

Daí, ser preciso fazer uma verdadeira lavagem cerebral na população. Tal lobotomização está ocorrendo há tempos, por meios culturais.

Livros, novelas, educação à la Paulo Freire, revistas… Aos poucos, idéias vão sendo implantadas na cabeça de todos que, sem preceber, começam a pensar diferente, a concordar com o que eles querem que você pense.

Muitos não percebem o que está acontecendo, principalmente quando é com eles mesmos, uma vez que já estamos cercados por todos lados de tal influência. Afinal, “o peixe não vê a água na qual nada”.

Na educação, pedagogia do oprimido.
Na cultura popular, novelas, filmes, séries e músicas que pregam a promiscuidade, o desprezo à família, o adultério e tutti quanti.
Na história, livros altamente viesados, com mentiras e deturpações.
No jornalismo, manchetes e notícias que distorcem a realidade, e prestam serviço de desinformação e/ou contra-informação.
Na Igreja, Teologia da Libertação, que estupra a Sagrada Liturgia, rebela-se contra o Papa, contesta a autoridade Ecleisástica.
No ambientalismo, um radicalismo impressionante.

Não precisamos ir muito longe para encontrarmos casos e mais casos que comprovam a ação destrutiva do Marxismo Cultural em nossa sociedade. Observe você mesmo.

Um exemplo clássico? Vide a relação dos gays com a esquerda. Era crime ser gay em alguns países comunistas. O gay em si, devido à sua falta de virilidade, era tido como não-útil para a revolução (armada).

Como agora a investida é cultural, atacar um dos pilares citados acima com o “casamento” gay, por exemplo, passa ser útil ao comunismo. Daí, agora a esquerda usar alguns gays para seus planos.

Mas não pensem que os gays terão tratamento diferente do que tiveram em países comunistas todos estes anos, quando eles não forem mais úteis à causa esquerdista novamente.

Outro exemplo: a religião, que outrora era considerada por marxistas ser o ópio do povo, de repente passou a ser habitada por muitos esquerdistas que a utilizam para injetar na cabeça dos fiéis as idéias destrutivas de sua ideologia, causando confusão e perdição.

É um verdadeiro câncer, um mal infiltrado, que ataca por dentro provocando muita destruição e sendo mais perigoso que ameaças externas que são visíveis, conhecidas.

Lutemos contra este câncer que infiltra-se em diversos campos e tenta destruir por dentro a nossa civilização e a nós mesmos.

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Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental

Como a Igreja Católica construiu a civlização ocidental

Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental
How the Catholic Church built western civilization
Thomas E. Woods Jr.

2005
Avaliação (5 de 5): 

O historiador Thomas E. Woods Jr., PhD, faz nesta obra um apurado de fatos que mostram a contribuição, a gigantesca contribuição, que a Igreja Católica deu para a formação da nossa civilização Ocidental, tão atacada hoje em dia.

Avanços científicos, controvérsias e polêmicas são descritas de uma forma imparcial, mostrando-nos o que muitas vezes nos é ocultado, proposital ou involuntariamente, nas aulas de história nas universidades brasileiras bem como nos ensinos fundamental e médio, seja por ignorância, seja por mau caráter, justamente proveniente dos que querem tanto atacar a Civilização Ocidental que, devido às suas sólidas bases com o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã,  impede a implantação de utopias totalitárias.

Quantos não pensam que a Igreja foi contra a Ciência e que era medieval foi uma “época de trevas”? O que muitos não sabem é que foi a Igreja, segui quem fundou as Universidades e justamente durante a Idade Média! As Universidades de Bologna, Salermo, Sorbonne, Montpellier, Roma e Siena são apenas algumas das mais antigas e notáveis.

São informações como estas que encontramos nesta obra que é sem dúvida, para todos, católicos ou não, ocidentais ou não, must-read.

Vale lembrar que o professor Woods Jr. nem era católico.

Para se ter uma noção do que é abordado no livro, deixo um índice com alguns dos conteúdos nele inseridos:

  1. A Igreja indispensável;
  2. Uma luz nas trevas;
  3. Como os monges salvaram a civilização;
  4. A Igreja e a Universidade;
  5. A Igreja e a Ciência;
  6. Arte, arquitetura e a Igreja;
  7. As origens da Lei internacional;
  8. A Igreja e a Economia; (Vale salientar que Thomas Woods Jr. também é da área de Economia.)
  9. Como a caridade católica mudou o mundo;
  10. A Igreja e a Lei ocidental;
  11. A Igreja e a moralidade ocidental;
  12. Um mundo sem Deus.

Ele ainda gravou alguns programas, Catholic Church, builder of western civilization, que podem ser assistidos aqui.

ps.: Tradução livre do autor deste blog para o índice dos conteúdos.

O verdadeiro Che Guevara e os idiotas úteis que o idolatram

che-falso-heroiÉ impressionante como o revisionismo de esquerda conseguiu enganar, e ainda engana, tão bem a mente de milhares de pessoas com a criação de mitos. Che Guevara é, provavelmente, o exemplo mais forte disso, porém não é o mais claro.

Ainda hoje há pessoas que acreditam piamente que o “Che” foi um santo mártir que sempre se preocupou com os pobres e tal…

Pobres vítimas do marxismo cultural!

Alguns, entretanto, sabem que Ernesto Guevara não foi flor que se cheire e que a lista de crimes que o cerca é imensa.
Os que não sabem, deve ler imediatamente esta apuradíssima obra do cubano-americano Humberto Fontova que desmonta o mito do falso herói argentino: O verdadeiro Che Guevara e os idiotas úteis que o idolatram.

É um favor à humanidade desmacarar este porco assassino.
Cada blusa vendida com a foto de Che é um insulto imenso às centenas de vítimas, diretas e indiretas, de Ernesto “Che” Guevara.
Se você não vestiria uma blusa com o rosto de Hitler, Stálin ou qualquer outro monstro do século XX que manchou de sangue a história mundial, também não deveria vestir a blusa de Che Guevara.

O livro acompanha um DVD para dar mais embasamento ainda e deixar ainda mais irrefutável (se é que isto é possível) o relatório sobre este vergonha latino-americana que foi Che.

ps.: Seguindo a moda de hoje em dia, poder-se-ia fazer um Harlem “Che“ke em que se diria “porco terrorista”!

Psicose Ambientalista

A onda da vez é falar de sustentabilidade, aquecimento global antrópico, camada de ozônio e afins. A maré de informações que vomitam sobre nós é, pode-se reparar, um verdadeiro conjunto de repetições, exageros e mentiras.

Parece haver um consenso entre a mídia e alguns líderes no que tange tais temas, tornando, deste modo, verossímeis as afirmações proferidas.

  • Mas será que é mesmo verdade tudo que nos contam?
  • A mídia (marxista) é confiável?
  • Os professores e outros que estudaram com tais professores, tendo as mesmas formação e informações – e nenhuma outra mais – são de confiança?
  • Merecem credibilidade dados falsos ou incompletos, gráficos forjados, inverdades e mentiras convenientes?

A sociedade, de um modo geral, não sabe que existem (e muitos) cientistas, estudos e mesmo leis da natureza que refutam toda a baboseira que ambientalistas radicais e líderes de esquerda nos ensinam como verdades dogmáticas.

Psicose ambientalista é um dos poucos livros em português que dedica-se a enfrentar o desafio que é peitar as mentiras e exageros sobre o meio-ambiente, desenvolvimento, relação homem-natureza e outros assuntos de naipe ecológico já tidas como verdades.

O livro do intelectual e príncipe imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança é um apurado impressionante de dados, estatísticas, imagens, depoimentos e declarações de cientistas e estudiosos do mundo inteiro que fazem cair por terra as informações dos fanáticos pela natureza e ajudam a defender o natural direito de propriedade e o desenvolvimento.

Vale salientar que o livro não faz apologia à destruição da natureza, ao desmatamento ou a qualquer coisa que o valha; mas que deixa claro que é preciso haver uma moderação e uma divulgação da verdade quanto à natureza e a ação do homem sobre a mesma.

Recomendo fortemente a leitura desta obra sensacional que ajuda a entender nossa situação atual, o porquê de tanta mentira que se usa da natureza para justificar algumas ações políticas e/ou econômicas, quais as reais intenções destas pessoas et coetera.

Clique na imagem do livro para adquirir um.

Missa, sinônimo de Sacrifício


O Sacrifício inicia-se. O sofrimento não é pouco. Investidas e cusparadas acertam Nosso Senhor. O Cordeiro, porém, não reage. Cada golpe faz o Céu bradar de tristeza. Porém, ainda que todos os anjos gritassem e soassem cornetas simultaneamente, não seria possível ouvi-los.

Os carrascos, ao som de uma música carismática muito animada, açoitam o Cristo. Aquela tortura parece não ter fim. Após uma demora demasiada, a música termina, bem como os golpes físicos dados em Nosso Senhor Jesus, parando, assim, os dois castigos simultaneamente.

A veste de púrpura passa quase despercebida por muitos, afinal, há bastante gente vestida de uma forma, digamos, estranha para a ocasião: não muito pudica, respeitosa ou simplesmente apropriada para a singular ocasião. Algumas mulheres despiram-se de seus lenços, que outrora cobriam suas cabeças, e rasgaram as mangas de suas blusas. Alguns homens usam não mais que chinela de dedo, uma blusa e um calção. E, mais triste ainda, alguns sacerdotes tiraram suas batinas, e no sacrifício nem sempre usam todos os paramentos. O manípulo foi deixado no meio do caminho. A casula parece ter o mesmo destino.

Tecem uma coroa. O Senhor do Céu e da Terra ganha um objeto feito com algo sem valor. Não é uma bela coroa de ouro e pedras preciosas – pois isso seria um absurdo aos olhos dos comunistas de plantão –, mas um simples conjunto de espinhos. É incrível como quase ninguém ver o que está a acontecer. E Jesus é ferido mais uma vez.

O carregar da Cruz é outra dolorosa tarefa, e fica ainda mais difícil, com o povo andando para lá e para cá simplesmente para encontrar outrem que está distante para dar-lhe a paz… de Cristo!

As mulheres de Jerusalém não puderam ouvir o que disse Nosso Senhor Jesus, pois uma figura praticamente mítica, o “animador da celebração”, conclamou o povo a manter-se entusiasmado, com palmas e mais canções, desta vez de forró e pagode. O órgão e um grupo que cantava o canto gregoriano foram esquecidos e quase pisoteados pela multidão eufórica que apreciava e fazia todos os passos do samba a tocar.

Chegamos ao Calvário. Os romanos pregam o Homem-Deus na Cruz, martelando cada prego compassadamente às palmas ritmadas da assembléia que acompanha a percussão da bateria. Cada palma, uma martelada.

Pouco depois há uma salva de palmas. É difícil, porém, saber se estas são para os pagãos que fizeram o serviço bem feito, para os judeus que entregaram o Salvador ou para o habilidoso rapaz com as baquetas nas mãos.

Um grupo de dança, então, entra em cena e começa a fazer sua performance diante da Cruz. Ninguém consegue entender o motivo disso ou sequer o que a dança quis dizer, se é que quis dizer algo. Logo, porém, entra o grupo de teatro que, também no Gólgota, faz sua apresentação.

Não é preciso muito tempo para o povo esquecer de vez a Cruz, e quem nela está suspenso. De fato, às vezes a Cruz nem está lá. E no centro não fica mais o Cristo em seu sacrário pois o sacrário também perdeu seu lugar de destaque. Mas a cultura do povo, a “arte”… ah… estas, sim, têm vez e voz. E como têm!

Com o término das apresentações artísticas, a multidão vai ao delírio. Agora as palmas frenéticas são acompanhadas por assobios, gritos e até por pedidos de bis. A ovação é surpreendente e contrasta de maneira incrível com o semblante de uma mãe desesperada que, aos pés de uma certa cruz, chora o sofrimento do filho.

O povo, também presente neste mesmo sacrifício, reage de maneira diferente. Indiferente.

Mas o latim na placa da Cruz não passa despercebido e alguns querem que a mensagem seja escrita em grego, hebraico e vernáculo.

O vinagre e a esponja, usadas para pôr um gosto mais amargo ainda na penúria do Galileu, foram trazidos por moçoilas que entraram dançando com um pote e uma pequena bandeja.

Pouco antes de morrer, Nosso Senhor dá um grande grito. Ninguém ouviu. O solo de guitarra não deixou.

Nosso Senhor Jesus Cristo, então, morre.

O véu do templo rasga-se. E isto chama a atenção de alguns, fazendo com que um pequeno grupo vá imediatamente substituí-lo, colocando em seu lugar um pano estranho com cores e mais cores cujo único elo que as liga ser o fato de não terem significado litúrgico.

Um grande tremor de terra ocorre. Muitos pensam que é apenas as caixas de som com a batida da swingueira.

Escureceu. Bom momento para os fogos de artifícios.

Com tanta música animada e coreografias, não surpreende a multidão não lembrar, e os mais novos e indoutos não saberem, que tudo isso trata-se de um sacrifício, e não de uma festa.

Mas os que tentam lembrar que o principal não é a cultura daquele local ou o contentamento do povão, mas aquEle que está na Cruz do meio e que é ao mesmo tempo sacerdote, vítima e Deus, são calados ou não são ouvidos, assim como os poucos que não gritaram por Barrabás.

É confortante, entretanto, lembrar da Primeira Eucaristia. Na Santa Ceia, os apóstolos certamente, e felizmente, não pularam nenhuma música dos padres Marcelo Rossi ou Fábio de Melo.

Jedson Bernardino Guedes
† Aeternus seruus Dei

O problema da verdade

O projeto Legado Montfort, graças a Deus, pôde novamente colocar as suas aulas em vídeo no YouTube.

Não sei por qual motivo mas antes, por um bom tempo, os vídeos estavam disponíveis apenas no Gloria.tv.

Mas agora, o público-alvo será bem maior, a facilidade de divulgação também é superior e, certamente, um número maior de pessoas poderá se beneficiar com essas aulas incríveis, de bastante conteúdo, coerência e ética – três dos pilares fundamentais da educação e que há tempos não vemos nas escolas brasileiras tão contaminada com a maldita infiltração marxista.

O problema da verdade

A aula é apresentada de forma simples, suscinta, possibilitando a qualquer um, por mais leigo que seja no assunto, entendê-la.